segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Marco Feliciano blasfema em oração e se eleva à posição de segunda pessoa da trindade.

O telepastor aprendiz do Valter Mercado e vendedor de consórcios Marco Feliciano não se enxerga mesmo! Crendo-se talvez a última coca-cola quente do deserto, o menino de Orlândia e candidato à candidato à deputado federal (hein?!), solta uma pérola do tamanho da sua soberba.

Após orar por uma irmã, o célebre pastor e dono da Kakeka concluiu dizendo à Deus: "Em nome do Marco Feliciano!" Assista o vídeo:

Caramba! No meu tempo de crente, a gente costumava terminar as oraçoes dizendo: "Eu te peço em nome de Jesus", e ao fazê-lo declaravamos à Deus que não esperavamos receber nada confiando em nossos próprios méritos, nem em nossa justiça (a qual é como um trapo imundo para Deus - Isaías 64.6). No entanto, parece que o neognóstico e vendedor de indulgências pastor descobriu uma forma mais eficaz de se aproximar de Deus. Desprezando totalmente o triunfo da cruz, o vendedor de milagres à 7 reais se exalta à categoria de SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE e mediador entre Deus e os homens.

Que os crentes, principalmente os irmãos pentecostais, abram seus olhos e deixem de dar ouvidos à este herege, o qual em breve será abatido em sua soberba. Quem declara é a Bíblia sagrada:


A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda
O coração do homem se exalta antes de ser abatido...

(Provérbios 16.18 e 18.12)


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Denúncia: Todas as lideranças evangélicas do Brasil são maçonicas.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

28/01/2011 - São Tomás de Aquino.

São Tomás de Aquino, O.P.
Saint Thomas Aquinas.jpg
Santo Tomás de Aquino por Fra Angelico (1395 - 1455)
Doutor da Igreja (Doctor Angelicus)
Nascimento 1225 em Roccasecca, Frosinone, Itália
Falecimento 7 de março de 1274 em Fossanova, Itália
Veneração por Igreja Católica
Canonização 18 de julho de 1323, Avinhão por: Papa João XXII
Festa litúrgica 28 de janeiro

São Tomás de Aquino OP (Roccasecca, 1225 — Fossanova, 7 de março 1274) foi um padre dominicano, teólogo, distinto expoente da escolástica, proclamado santo e cognominado Doctor Communis ou Doctor Angelicus pela Igreja Católica.


Biografia

Tomás nasceu em Aquino por volta de 1225, de acordo com alguns autores no castelo do pai Conde Landulf de Aquino, localizado em Roccasecca, no mesmo Condado de Aquino (Reino da Sicília, no atual Lácio). Por meio de sua mãe, a condessa Teodora de Theate, Tomás era ligado à dinastia Hohenstaufen do Sacro Império Romano-Germânico. O irmão de Landulf, Sinibald, era abade da original abadia beneditina em Monte Cassino. Enquanto os demais filhos da família seguiram uma carreira militar, a família pretendida que Tomás seguisse seu tio na abadia; isto teria sido um caminho normal para a carreira do filho mais novo de uma família da nobreza sulista italiana.
Aos cinco anos, Tomás começou sua instrução inicial em Monte Cassino, mas depois que o conflito militar que ocorreu entre o imperador Frederico II e o papa Gregório IX na abadia no início de 1239, Landulf e Teodora matricularam Tomás na studium generale (universidade) criada recentemente por Frederico II em Nápoles. Foi lá que Thomas provavelmente foi introduzido nas obras de Aristóteles, Averróis e Maimônides, todos que influenciariam sua filosofia teológica. Foi igualmente durante seus estudos em Nápoles que Tomás sofreu a influência de João de São Juliano, um pregador dominicano em Nápoles que fazia parte do esforço ativo intentado pela ordem dominicana para recrutar seguidores devotos. Nesta época seu professor de aritmética, geometria, astronomia e música era Pedro de Ibérnia.
Aos 19 anos, contra a vontade da família, entrou na ordem fundada por Domingos de Gusmão. Estudou filosofia em Nápoles e depois em Paris, onde se dedicou ao ensino e ao estudo de questões filosóficas e teológicas. Estudou teologia em Colônia e em Paris se tornou discípulo de Santo Alberto Magno que o "descobriu" e se impressionou com a sua inteligência. Por este tempo foi apelidado de "boi mudo". Dele disse Santo Alberto Magno: "Quando este boi mugir, o mundo inteiro ouvirá o seu mugido."
Foi mestre na Universidade de Paris no reinado de Luís IX de França. Morreu, com 49 anos, na Abadia de Fossanova, quando se dirigia para Lião a fim de participar do Concílio de Lião, a pedido do Papa.

Filosofia

Seu maior mérito foi a síntese do cristianismo com a visão aristotélica do mundo, introduzindo o aristotelismo, sendo redescoberto na Idade Média, na Escolástica anterior, compaginou um e outro, de forma a obter uma sólida base filosófica para a teologia e retificando o materialismo de Aristóteles. Em suas duas summae, sistematizou o conhecimento teológico e filosófico de sua época: a Summa theologiae e a Summa contra gentiles.
A partir dele, a Igreja tem uma Teologia (fundada na revelação) e uma Filosofia (baseada no exercício da razão humana) que se fundem numa síntese definitiva: fé e razão, unidas em sua orientação comum rumo a Deus. Sustentou que a filosofia não pode ser substituída pela teologia e que ambas não se opõem. Afirmou que não pode haver contradição entre fé e razão.
Explica que toda a criação é boa, tudo o que existe é bom, por participar do ser de Deus, o mal é a ausência de uma perfeição devida e a essência do mal é a privação ou ausência do bem.
Além da sua Teologia e da Filosofia, desenvolveu também uma teoria do conhecimento e uma Antropologia, deixou também escrito conselhos políticos: Do governo do Príncipe, ao rei de Chipre, que se contrapõe, do ponto de vista da ética, ao O Príncipe, de Nicolau Maquiavel.
Com o uso da razão é possível demonstrar a existência de Deus, para isto propõe as 5 vias de demonstração:
Primeira via
Primeiro motor imóvel: tudo o que se move é movido por alguém, é impossível uma cadeia infinita de motores provocando o movimento dos movidos, pois do contrário nunca se chegaria ao movimento presente, logo há que ter um primeiro motor que deu início ao movimento existente e que por ninguém foi movido.
Segunda via
Causa primeira: decorre da relação "causa-e-efeito" que se observa nas coisas criadas. É necessário que haja uma causa primeira que por ninguém tenha sido causada, pois a todo efeito é atribuída uma causa, do contrário não haveria nenhum efeito pois cada causa pediria uma outra numa sequência infinita.
Terceira via
Ser necessário: existem seres que podem ser ou não ser (contingentes), mas nem todos os seres podem ser desnecessários se não o mundo não existiria, logo é preciso que haja um ser que fundamente a existência dos seres contingentes e que não tenha a sua existência fundada em nenhum outro ser.
Quarta via
Ser perfeito: verifica-se que há graus de perfeição nos seres, uns são mais perfeitos que outros, qualquer graduação pressupõe um parâmetro máximo, logo deve existir um ser que tenha este padrão máximo de perfeição e que é a causa da perfeição dos demais seres.
Quinta via
Inteligência ordenadora: existe uma ordem no universo que é facilmente verificada, ora toda ordem é fruto de uma inteligência, não se chega à ordem pelo acaso e nem pelo caos, logo há um ser inteligente que dispôs o universo na forma ordenada.

A verdade

"A verdade é definida como a conformidade da coisa com a inteligência". Tomás de Aquino concluiu que a descoberta da verdade ia além do que é visível. Antigos filósofos acreditavam que era verdade somente o que poderia ser visto. Aquino já questiona que a verdade era todas as coisas porque todas são reais, visíveis ou invisíveis, exemplificando: uma pedra que está no fundo do oceano não deixa de ser uma pedra real e verdadeira só porque não pode ser vista. Aquino concorda e aprimora Agostinho de Hipona quando diz que "A verdade é o meio pelo qual se manifesta aquilo que é". A verdade está nas coisas e no intelecto e ambas convergem junto com o ser. O "não-ser" não pode ser verdade até o intelecto o tornar conhecida, ou seja, isso é apreendido através da razão. Aquino chega a conclusão que só se pode conhecer a verdade se você conhece o que é o ser.
A verdade é uma virtude como diz Aristóteles, porém o bem é posterior a verdade. Isso porque a verdade está mais próximo do ser, mais intimamente e o que o sujeito ser do bem depende do intelecto, "racionalmente a verdade é anterior".
Exemplificando: o intelecto apreende o ser em si; depois, a definição do ser, por último a apetência do ser. Ou seja, primeiramente a noção do ser; depois, a construção da verdade, por fim, o bem.
Sobre a eternidade da verdade ele, Tomás, discorda em partes com Agostinho. Para Agostinho a verdade é definitiva. Imutável. Já para Aquino, a verdade é a consequência de fatos causados no passado. Então na supressão desses fatos à verdade deixa de existir. O exemplo que Tomás de Aquino traz é o seguinte: A frase "Sócrates está sentado" é a verdade. Seja por uma matéria, uma observação ou analise, mas ele está sentado. Ao se levantar, ficando de pé, ele deixa de estar sentado. Alterando a verdade para a segunda opção, mudando a primeira. Contudo, ambos concordam que na verdade divina a verdade por não ter sido criada, já que Deus sempre existiu, não pode ser desfeita no passado e então é imutável.

Ética de Tomás de Aquino

Segundo Tomás de Aquino, a ética consiste em agir de acordo com a natureza racional. Todo o homem é dotado de livre-arbítrio, orientado pela consciência e tem uma capacidade inata de captar, intuitivamente, os ditames da ordem moral. O primeiro postulado da ordem moral é: faz o bem e evita o mal.
Há uma Lei Divina, revelada por Deus aos homens, que consiste nos Dez Mandamentos.
Há uma Lei Eterna, que é o plano racional de Deus que ordena todo o universo e uma Lei Natural, que é conceituada como a participação da Lei Eterna na criatura racional, ou seja, aquilo que o homem é levado a fazer pela sua natureza racional.
A Lei Positiva é a lei feita pelo homem, de modo a possibilitar uma vida em sociedade. Esta subordina-se à Lei Natural, não podendo contrariá-la sob pena de se tornar uma lei injusta; não há a obrigação de obedecer à lei injusta (este é o fundamento objectivo e racional da verdadeira objecção de consciência).
A Justiça consiste na disposição constante da vontade em dar a cada um o que é seu - suum cuique tribuere - e classifica-se como comutativa, distributiva e legal, conforme se faça entre iguais, do soberano para os súbditos e destes para com aquele, respectivamente.

Pensamento

Partindo de um conceito aristotélico, Aquino desenvolveu uma concepção hilemórfica do ser humano, definindo o ser humano como uma unidade formada por dois elementos distintos: a matéria primeira (potencialidade) e a forma substancial (o princípio realizador). Esses dois princípios se unem na realidade do corpo e da alma no ser humano. Ninguém pode existir na ausência desses dois elementos.
A concepção hilemórfica é coerente com a crença segundo a qual Jesus Cristo, como salvador de toda a humanidade, é ao mesmo tempo plenamente humano e plenamente divino. Seu poder salvador está diretamente relacionado com a unidade, no homem ou na mulher, do corpo e da alma. Para Aquino, o conceito hilemórfico do homem implica a hominização posterior, que ele professava firmemente. Uma vez que corpo e alma se unem para formar um ser humano, não pode existir alma humana em corpo que ainda não é plenamente humano.
O feto em desenvolvimento não tem a forma substancial da pessoa humana. Tomás de Aquino aceitou a ideia aristotélica de que primeiro o feto é dotado de uma alma vegetativa, depois, de uma alma animal, em seguida, quando o corpo já se desenvolveu, de uma alma racional. Cada uma dessas "almas" é integrada à alma que a sucede até que ocorra, enfim, a união definitiva alma-corpo.
Conforme as próprias palavras de Aquino:
Em latim: "Anima igitur vegetabilis, quae primo inest, cum embryo vivit vita plantae, corrumpitur, et succedit anima perfectior, quae est nutritiva et sensitiva simul, et tunc embryo vivit vita animalis; hac autem corrupta, succedit anima rationalis ab extrinseco immissa (…) cum anima uniatur corpori ut forma, non unitur nisi corpori cuius est proprie actus. Est autem anima actus corporis organici". Em inglês: "The vegetative soul therefore, which is first in the embryo, while it lives the life of a plant, is destroyed, and there succeeds a more perfect soul, which is at one nutrient and sentient, and for that time the embryo lives the life of an animal: upon the destruction of this, there succeeds the rational soul, infused from without (…) For since the soul is united with the body as a form, it is only united with that body of which it is properly the actualisation. Now the soul is the actualisation of an organised body". Em português: "A alma vegetativa, que vem primeiro, quando o embrião vive como uma planta, corrompe-se e é sucedida por uma alma mais perfeita, que é ao mesmo tempo nutritiva e sensitiva, quando o embrião vive uma vida animal; quando ela se corrompe, é sucedida pela alma racional induzida do exterior (…) Já que a alma se une ao corpo como sua forma, ela não se une a um corpo que não seja aquele do qual ela é propriamente o ato. A alma é agora o ato de um corpo orgânico".

Tomás de Aquino na cultura

Tomás de Aquino sou; está-me vizinho / À destra de Colónia o grande Alberto / A quem de aluno e irmão devo o carinho. // Se do mais todos ser desejas certo, / Na santa c´roa atenta cuidadoso, / A tua vista a voz me siga perto. (Dante Alighieri, A Divina Comédia, Canto X, 97 – 102).

Cronologia

  • 1225 - Tomás de Aquino nasce no castelo de Roccasecca.
  • 1226 - Morte de Francisco de Assis.
  • 1230 - Tomás inicia seus estudos na Abadia de Montecassino.
  • 1240 - Alberto magno começa a ensinar em Paris e a comentar Aristóteles.
  • 1241 - Morte do papa Gregório IX
  • 1244 - Fundação da Universidade de Roma. Tomás entra para a Ordem dos Dominicanos.
  • 1245 - Estuda em Paris até 1248, sob a orientação de Alberto Magno.
  • 1248 - Alberto Magno funda, em Colônia, uma faculdade de teologia. Tomás continua seus estudos em Colônia até 1259.
  • 1252 - Leciona em Paris até 1259.
  • 1257 - Robert de Sorbon funda um colégio na Universidade de Paris.
  • 1259 - Escreve o Comentário sobre as sentenças e a Suma contra os gentios. Leciona na Itália, até 1268, em Agnani, Orvieto, Roma e Viterbo.
  • 1261 - Início do pontificado de Urbano IV.
  • 1265 - Clemente IV ascende ao trono papal. Nasce Dante Alighieri. Tomás redige a Suma Teológica, até 1273.
  • 1266 - (?) Nasce Duns Scot.
  • 1268 - Morte de Clemente IV. Interregno pontifical.
  • 1269 - Ensina em Paris até 1272.
  • 1271 - Eleição de Gregório X.
  • 1274 - Tomás falece a 7 de março, em Fossanova.
  • 1323 - É canonizado pelo papa João XXII.

Obra

As obras completas do Aquinate são:
Opera maiora
  • Scriptum super sententiis;
  • Summa contra gentiles;
  • Summa theologiae.
Quaestiones
  • Quaestiones disputatae;
  • Quaestio disputata De veritate, prooemium et articulus 1;
  • Quaestio disputata De anima, prooemium et articulus 1;
  • Quaestio disputata De anima, articulus 3;
  • Quaestio disputata De anima, articulus 4;
  • Quaestio disputata De spiritualibus creaturis, articulus 5;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, prooemium et articulus 1;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, prooemium et articulus 2
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 3;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 4;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 5;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 6;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 1, articulus 7;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 2, articulus 1;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 2, articulus 2;
  • Quaestiones disputatae De potentia, quaestio 4, articulus 1;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 3, articulus 1: De correctione fraterna;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 3, articulus 2: De correctione fraterna;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 4, articulus 1: De spe;
  • Quaestiones disputatae De virtutibus, quaestio 4, articulus 2: De spe
  • Quaestiones de quolibet.
  • Quolibet I, questão 4, artigo 1 (6),.
Opuscula
  • Opuscula philosophica;
  • De motu cordis;
  • De mixtione elementorum;
  • Epistola ad ducissam Brabantiae;
  • Opuscula theologica;
  • Principium Rigans montes;
  • Opuscula polemica pro mendicantibus;
  • Censurae;
  • Rescripta;
  • De emptione et venditione ad tempus
  • Liber de sortibus, caput 1;
  • Liber de sortibus, caput 2;
  • Liber de sortibus, caput 3;
  • Responsiones.
Commentaria
  • In Aristotelem;
  • In Aristotelem Sententia Libri metaphysicae, prooemium
  • In neoplatonicos;
  • In Boethium.
Commentaria biblica
  • In Vetus Testamentum;
  • Commentaria cursoria;
  • In Novum Testamentum;
  • Catena aurea;
  • In epistolas S. Pauli.
Collationes et sermones
  • Collationes;
  • Sermones.
Documenta
  • Acta;
  • Opera collectiva;
  • Reportationes Alberti Magni super Dionysium.
Opera probabilia authenticitate
  • Lectura romana in primum Sententiarum Petri Lombardi;
  • Quaestiones;
  • Opera liturgica;
  • Sermones;
  • Preces.
Opera dubia authenticitate
  • Quaestiones;
  • Opuscula philosophica;
  • Rescripta;
  • Opera liturgica;
  • Sermones;
  • Preces;
  • Opera collectiva;
  • Reportationes.
Opera aliqua false adscripta
  • Quaestiones disputatae;
  • Opuscula philosophica;
  • Opuscula theologica;
  • Rescripta;
  • Concordantiae;
  • Commentaria philosophica;
  • Commentaria theologica;
  • Commentaria biblica;
  • Sermones;
  • Opera liturgica;
  • Preces;
  • Carmina.

Fonte: Wikipédia

    quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

    Ressurreição dos Corpos.

    1. Foram celebrados até hoje os mistérios dos escrutínios. Foi pesquisa do para que alguma impureza não fique ligada ao corpo de alguém. Pelo exorcismo, procurou-se e aplicou-se uma santificação não só do corpo, mas também da alma. Agora chegou o tempo e o dia de apresentar a tradição do símbolo, este símbolo que é um sinal espiritual, este símbolo que é objeto da meditação de nosso coração e como que salvaguarda sempre presente. De fato, é tesouro do nosso íntimo.


    2. De início, precisamos receber a razão do próprio nome. Símbolo é termo grego que significa “contribuição”. Principalmente os comerciantes se acostumam a falar de contribuição quando ajuntam seu dinheiro e a soma assim reunida pela contribuição de cada um é conservada inteira e inviolável, se bem que ninguém ouse cometer fraude em relação à contribuição. Esse é o costume entre os próprios comerciantes para que, se alguém cometer fraude, seja rejeitado como fraudulento. Os santos apóstolos reunidos juntos fizeram um resumo da fé, a fim de que pudéssemos compreender brevemente o elenco de toda a nossa fé. A brevidade é necessária, para que ela seja sempre mantida na memória e na lembrança. Sei que principalmente em regiões do Oriente (acrescentaram coisas) àquelas que foram por primeiro transmitidas pelos nossos anciãos, uns por fraude, outros por zelo – os heréticos por fraude, os católicos por zelo. Aqueles, tentando esquivar-se fraudulentamente, acrescentaram o que não era devido, enquanto estes, esforçando-se para evitar a fraude, por certa piedade e imprudência, ultrapassaram os limites colocados pelos anciãos.


    3. Os apóstolos, portanto, se reuniram e fizeram brevemente um símbolo. Persignai-vos. (Feito isso e tendo recitado o símbolo): Neste símbolo, está compreendida de maneira evidentíssima, a divindade da Trindade eterna: a operação única do Pai, do Filho e do Espírito Santo, da venerável Trindade, de modo que tal seja a nossa fé, que creiamos do mesmo modo no Pai, no Filho e no Espírito Santo. Com efeito, onde não existe nenhuma distinção de majestade, também não deve haver distinção de fé. Por ou- tro lado, freqüentemente vos adverti que o nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, foi o único que tomou esta carne com alma humana racional e perfeita, e assumiu a forma do corpo. Ele se tornou como um homem na verda- de deste corpo, mas tem um privilégio singular de sua geração. De fato, não nasceu do sêmen de homem, mas, como se diz, foi gerado da virgem Maria pelo Espírito Santo. Reconheces (nisso) o privilégio do autor celeste? Tornado, portanto, como homem para assumir nossas enfermidades em sua carne, mas veio com o privilégio da majestade eterna. Recitemos, portanto, o símbolo. (Depois de recitado, assim continuou): Eis o conteúdo da Escritura divina. Deveríamos audaciosamente ultrapassar os limites (postos) pelos apóstolos? Acaso somos mais prudentes do que os apóstolos?


    4. Tu me dirás: Em seguida surgiram as heresias. De fato, também o Apóstolo diz: “É necessário que haja heresias, para que os bons sejam provados” (1Cor 11,19). O que dizer, portanto? Vede a simplicidade, vede-a pureza. Quando surgiram os patripassianos, também os católicos desta região julgaram que se devia acrescentar invisível e impassível, como se o Filho de Deus fosse visível e passível. Se ele foi visível na carne, essa carne é que foi visível, não a divindade, a carne é que foi passível, não a divindade. Além disso, escuta o que ele diz: “Deus, meu Deus, olha para mim; por que me abandonaste?” (SI 21,2; cf. Mt 27,46). Nosso Senhor Jesus Cristo disse isso na paixão. Disse isso enquanto homem, enquanto carne, como se a carne dissesse à divindade: “Por que me abandonas-te?” Suponhamos que os nossos anciãos tenham sido médicos, que eles quiseram trazer saúde à doença mediante o remédio. Não se pergunta se o remédio não foi necessário naquele tempo em que as almas de certos hereges estavam com doença grave; se naquele tempo foi necessário, agora não o é. Por qual razão? Tendo sido conservada íntegra a fé contra os sabelianos, os sabelianos foram expulsos, principalmente das regiões do Ocidente. Os arianos encontraram para si nesse remédio uma espécie de calúnia, de modo que, enquanto conservamos o símbolo da Igreja romana, eles consideraram o Pai todo-poderoso invisível e impassível e disseram: “Vês que o símbolo é isso”, e assim demonstraram que o Filho é visível e passível. O que quer dizer isso? Onde a fé se mantém íntegra são suficientes os mandamentos dos apóstolos; não se têm necessidade de garantias, mesmo dos sacerdotes. Por quê? Porque o joio está misturado ao trigo.

    Mas afinal, o que é um protestante?

    1) O protestante é aquele que segue a revolta iniciada contra a Igreja Católica em 1517. É seguidor de várias doutrinas que surgiram 1500 anos depois da era Apostólica. 


    2) O protestante é aquele que protesta contra a Igreja Católica, usa a Bíblia, porém, não possui nenhuma autoridade superior, infalível, para declarar que uma palavra tem tal sentido, e exprime tal verdade. 


    3) O protestante tem sua fé alicerçada na emoção. A religião, para ele, resume-se em um estado de espírito agradável, em uma sensação que forçosamente um dia irá passar. O protestante toma uma experiência emocional por uma revelação, e um estado emocional pela graça de Deus. A fé edificada sobre a emoção não é fé verdadeira, mas mera busca de recompensa rápida, tão pouco profunda e ineficiente.


    4) O protestante gosta de apoiar-se em ameaças de castigos e de fim de mundo, usando trechos da Bíblia. Acredita ter uma iluminação direta do Espírito Santo, sem intermediários, ou seja, sem a Igreja. No fundo, cada protestante se julga juiz da Bíblia. 


    5) O protestante se afirma salvo, porém, crê em um Jesus diferente, sendo que o Jesus dos Batistas parece ser diferente do Jesus dos Metodistas , que parece ser diferente do Jesus dos Adventistas, que também parece ser diferente das demais igrejas protestantes. São mais de 33.000 denominações pregando vários Jesuses diferentes, um do outro. 


    6) O protestante adota uma interpretação particular da Bíblia como única norma de vida. Seu texto se converte em arma de ataque e de defesa frente a estranhos. Costuma Memorizar “versículos-chave” para tanto. Não se preocupa muito com o contexto das citações e nem com a verdade histórica de suas afirmações. 


    7) O protestante costuma desenvolver uma mentalidade de natureza fundamentalista. Seu fervor religioso nasce como reação a um mundo complexo e hostil que ameaça certos princípios qualificados como “intocáveis”. Exclui o uso da razão de sua compreensão bíblica e cai facilmente na irracionalidade total. Sua argumentação freqüentemente espelha medo e incerteza, desconhecendo o diálogo lógico e racional. 


    O protestante vive num ambiente de “supostos fiéis do povo escolhido”. Segundo tal, o mundo os persegue porque somente eles têm permanecido fiéis ao que Deus quer. Isto provoca uma profunda suspeita frente ao mundo. Cria a idéia de que a salvação dos homens será possível apenas dentro dos estreitos limites das igrejas protestantes.


    9)Os líderes fazem o possível para ocupar todo o tempo livre dos membros. Abarrota-lhes de reuniões, serviços, estudos e outras atividades que fazem com que a vida diária do adepto gire em torno das supostas igrejas?. Costumam proibir categoricamente qualquer contato com culturas diferentes, avanço científico, literatura ou programas que não estão explicitamente escritos na Bíblia. 


    10) Sem exceção, ditam um código moral estreito que afetam todos os aspectos da vida de seus membros, a forma de vestir, a abstinência da dança, da música (não evangélica) etc. Tudo isso serve para separar do mundo os membros, dar-lhes uma identidade externa inconfundível, criar neles uma mentalidade de superioridade moral e reforçar em suas mentes a legitimidade da determinada igreja protestante. 


    11) Os líderes criam uma forte expectativa em seus membros quanto ao fim do mundo e a segunda vinda de Cristo. Esta postura de milenarismo ou adventismo resulta em um fanatismo dificilmente compreensível para aqueles que não compartilham da visão do fim iminente. 


    12) Já, os grupos de espiritualidade pentecostal, dão muita importância aos sinais exteriores como o falar em línguas, o transe místico, as visões, as choradeiras, etc… Algumas igrejas protestantes exercem uma sugestão poderosa sobre os seus para que se produzam estas manifestações de forma contínua nas reuniões dos adeptos. 


    13) Certas igrejas protestantes obrigam seus membros a uma ação direta de proselitismo de porta em porta, pelas ruas, etc… Distribuindo mensagens como forma de ganhar novos adeptos e de fortalecer a convicção dos membros. Freqüentemente controlam os resultados do proselitismo de forma pública dentro da comunidade, o que serve de pressão aos membros menos inclinados a estar molestando estranhos com suas crenças particulares.





    Autor: Jaime Francisco Moura


    terça-feira, 25 de janeiro de 2011

    Janeiro 25 de 2006 - Deus Caritas Est.



    Deus Caritas Est (em português: Deus é amor), é a primeira encíclica do Papa Bento XVI e trata fundamentalmente do amor divino para com o ser humano.
    A encíclica foi originalmente escrita no período de férias do papa em agosto de 2005 e assinada em 25 de dezembro de 2005, mas sua publicação somente ocorreu em 25 de janeiro de 2006 para que pudesse ser traduzida para diversas línguas.
    O nome da encíclica recorda a passagem bíblica «Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele» (1 Jo 4, 16).

    Roteiro do documento

    O texto do papa é organizado em:
    • Introdução;
    • Primeira parte: A unidade do amor na criação e na história da salvação, subdividido em:
    - Um problema de linguagem,
    - «Eros» e «ágape» – diferença e unidade,
    - A novidade da fé bíblica,
    - Jesus Cristo – o amor encarnado de Deus,
    - Amor a Deus e amor ao próximo;
    • Segunda parte: Caritas - A Prática do Amor pela Igreja, subdividido em:
    - A caridade da Igreja como manifestação do amor trinitário,
    - A caridade como dever da Igreja,
    - Justiça e caridade,
    - As múltiplas estruturas de serviço caritativo no atual contexto social,
    - O perfil específico da atividade caritativa da Igreja,
    - Os responsáveis da ação caritativa da Igreja; e
    - Conclusão.

    Brasão pontifício de Bento XVI.
    A encíclica trata do amor divino em sua dimensão mais ampla possível tanto espiritual quanto material. O Papa Bento XVI, para ilustrar o amor divino, critica o pensamento de Nietzsche:
    Segundo Friedrich Niestzsche, o cristianismo teria dado veneno a beber ao "eros", que, embora não tivesse morrido, daí teria recebido o impulso para degenerar em vício. (...) Mas será mesmo assim? pergunta, e mencionando que Virgílio também assim pensava, dá a resposta: A essa forma de religião, que contrasta, como uma fortíssima tentação, com a fé no único Deus, o Antigo Testamento opôs-se com a maior firmeza, combatendo-a como perversão da religioaidade. Ao fazê-lo, porém, não rejeitou, de modo algum, o "eros" enquauto tal, mas declarou guerra à sua subversão devastadora, porque a falsa divinização do "eros, como aí se verifica, priva-o da sua dignidade, desumaniza-o.
    Faz também a crítica a Descartes e a Gassendi, o primeiro por desprezar a alma e o segundo por desprezar o corpo:
    O ser humano torna-se, realmente, ele mesmo, quando corpo e alma se encontram em íntima unidade; o desafio do "eros" pode considerar-se superado, quando se consegue essa unificação. (...) Mas nem o espírito ama sozinho, nem o corpo: é o ser humano, a pessoa, que ama como criatura unitária, de que fazem parte o corpo e a alma. Somente quando ambos se fundem, verdadeiramente, numa unidade é que o ser humano se torna ele próprio plenamente. Só assim é que amor - "eros" - pode amadurecer até a sua verdadeira grandeza.
    Fundamentalmente, o Sumo Pontífice afirma que - ao contrário do comumente afirmado - o cristianismo não é um impedimento do "eros", mas na verdade a possibilidade de sua plena afirmação como arrebato, uma loucura divina que prevalece sobre a razão, tal como o significado da palavra em grego. "Eros", como ébrio e indisciplinado, não é elevação em direção ao Divino, mas queda e degradação do homem.
    O cristianismo torna possível o "eros" por discipliná-lo de acordo com princípios superiores ao homem, emanados de Deus; o homem é espírito e carne e somente com a harmonia desses é possível o amor autêntico entre homem e mulher, que - de acordo com o monoteísmo cristão - só é possível pelo monogamia entre esposo e esposa.
    Bento XVI, lembra que a primeira novidade da fé bíblica consiste na imagem de Deus; "a segunda, essencialmente ligada a ela, encontramo-la na imagem do ser humano." Recorda que a história da criação fala da solidão do primeiro homem e que com a criação da mulher advinda de uma sua costela encontra a ajuda que necessita: "Esta é, realmente, osso dos meus ossos e carne da minha carne" (Gn 2,23). Verifica que na base desta narrativa é possível entrever concepções semelhantes, por exemplo "no mito referido por Platão, segundo o qual, o ser humano, originariamente, era esférico, porque completo em si mesmo e auto-suficiente. Mas, como punição pela sua soberba, foi dividido ao meio por Zeus, de tal modo que, agora, sempre anseia pela outra sua metade e caminha para ela a fim de reencontrar a sua globalidade." Considera que está presente na narrativa bíblica a idéia de só na comunhão com o outro sexo possa tornar-se completo.
    E conclui:
    "primeiro, o "eros" está enraizado na natureza humana; segundo: numa orientação baseada na criação, o "eros" impele ao matrimônio, a uma ligação caracterizada pela unicidade e para sempre; desse modo, e somente assim, é que se realiza a sua finalidade íntima."
    "À imagem do Deus monoteísta corresponde o matrimônio monogâmico. O matrimônio baseado num amor exclusivo e definitivo torna-se o ícone do relacionamento de Deus com o seu povo e, vice-versa, o modo de Deus amar torna-se medida do amor humano. Essa estreita ligação entre "eros" e matrimônio, na Bíblia, quase não encontra paralelos literários fora da mesma." 
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    segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

    CD Canto Gregoriano - Missa.

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    Vídeo - Rorate.

    Email recebido: Petição ao Bispo de Goiás Velho (GO).


    «Petição ao Bispo de Goiás Velho (GO), Dom Eugenio Rixen, pedindo reparação pela blasfêmia cometida na Catedral»


    Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.

    Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADF e divulga-o por teus contatos.

    Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus

    Caros Amigos devotos do Sagrado Coração de Jesus,

    Eu lamento ter que escrever isso a vocês.

    Mas acho que o nosso amor pelo Coração de Jesus não nos permite uma omissão nessa hora.

    E eu tenho certeza de que vocês, minhas amigas e meus amigos, irão participar dessa cruzada de orações em desagravo ao Santíssimo Sacramento brutalmente ofendido em sua própria casa:

    - na Catedral de Sant´Ana, na cidade de Goiás Velho (GO).

    Li a notícia no site da Associação Devotos de Fátima e não queria acreditar

    Pena que não li isso antes, pois o final do ano foi muito trabalhoso aqui no Apostolado. Mas nunca é tarde para fazer uma súplica de reparação e para pedir que o Bispo de Goiás Velho, onde se deu a Blasfêmia, que promova uma reparação pública a Jesus Sacramentado.

    Imagine que no último dia 1° de dezembro de 2010, a referida Catedral apoiou e incentivou manifestações populares de estímulo a promiscuidade e fornicação.

    Nas dependências da Catedral foram afixados cartazes de estímulo ao sexo fora do vínculo matrimonial com a pseudo-segurança do preservativo, dentre outras abominações.

    Eu prefiro nem entrar em detalhes aqui.

    Mas eu queria muito que você participasse dessa cruzada de reparação da seguinte forma:

    1) Assinando o abaixo assinado ao Bispo

    2) Fazendo uma prece de reparação ao Santíssimo Sacramento diante do qual se passaram todas essas abominações.

    3) Fazendo uma prece pelo Bispo e pelo Padre que autorizaram isso, talvez sem medir o tamanho do escândalo que cometeram, mas que se arrependam e desagravem publicamente o Santíssimo Sacramento. Não é vergonha para ninguém reconhecer os erros. Ao contrário.

    Estou certa de que, assim, você estará dando o seu consolo ao Coração de Jesus, que receberá este seu afeto filial com muito amor.

    Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

    In Corde Iesu

    Voc. Allysson Vidal Vasconcelos

    Esta mensagem foi enviada por Voc. Allysson Vidal Vasconcelos (seminarista.menor.allysson.ive@hotmail.com), através do serviço http://www.peticaopublica.com.br em relação ao abaixo-assinado http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADF



    Inacreditável. Diocese de Goiás faz campanha de combate a Aids distribuindo preservativo e estimulando a promiscuidade


    No chamado dia mundial de combate a Aids (01/12), a Catedral de Sant’Ana na Cidade de Goiás Velho-GO, resolveu desafiar todos os Ensinamentos da Santa Igreja Católica com uma “programação especial” dentro e fora de suas dependências.
    Foram inúmeros os atos infames que aconteceram na Catedral e em seu entorno, tais como entregas de kit com 4 preservativos acompanhados de instruções de uso (!).
    A Catedral foi totalmente “ornamentada” para esta ocasião com faixas e cartazes colocadas na fachada e dentro da Igreja, com frases totalmente de estímulo a fornicação e promiscuidade.
    E pasmem!
    Um grande laço vermelho (símbolo do combate a Aids) foi feito com balões e colocado nas colunas centrais internas da Casa de Deus!
    Não queremos questionar aqui a luta contra este vírus que mata milhares por ano, mas sim a forma imprópria e anticristã que tratam este combate.
    Se alguém lhe contasse, você acreditaria em tal ato de afronta feito ao Coração Imaculado de Maria, e de Seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo realizado dentro de uma Igreja Católica?.
    Atitudes como esta da Catedral de Sant’Ana constituem um verdadeiro açoite a Santa Igreja que é lugar somente de adoração e não de promoção ao pecado.
    Não podemos ficar calados diante de tal blasfêmia.
    Peço que você que está lendo agora, faça os seguintes atos de reparação a Nossa Senhora e a Nosso Senhor.
    Acenda uma vela em desagravo ao Coração Ofendido de Maria acessando aqui o Oratório da Medalha Milagrosa;
    Repasse esta informação ao maior número de pessoas que puder, para que também tomem providências em relação a esta grande profanação dentro de uma Igreja Católica;
    Assine agora mesmo uma petição pública pedindo que o bispo de Goiás faça um ato de reparação pela blasfêmia cometida na Catedral.




    Veja a versão da Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus:





    Caros Amigos devotos do Sagrado Coração de Jesus,
    Eu lamento ter que escrever isso a vocês.
    Mas acho que o nosso amor pelo Coração de Jesus não nos permite uma omissão nessa hora.
    E eu tenho certeza de que vocês, minhas amigas e meus amigos, irão participar dessacruzada de orações em desagravo ao Santíssimo Sacramento brutalmente ofendido em sua própria casa:
    - na Catedral de Sant´Ana, na cidade de Goiás Velho (GO).
    Li a notícia no site da Associação Devotos de Fátima e não queria acreditar (veja com seus próprios olhos).
    Pena que não li isso antes, pois o final do ano foi muito trabalhoso aqui no Apostolado. Mas nunca é tarde para fazer uma súplica de reparação e para pedir que o Bispo de Goiás Velho, onde se deu a Blasfêmia, que promova uma reparação pública a Jesus Sacramentado.
    Imagine que no último dia 1° de dezembro de 2010, a referida Catedral apoiou e incentivou manifestações populares de estímulo a promiscuidade e fornicação.
    Nas dependências da Catedral foram afixados cartazes de estímulo ao sexo fora do vínculo matrimonial com a pseudo-segurança do preservativo, dentre outras abominações.
    Eu prefiro nem entrar em detalhes aqui, pois você pode ler a notícia no link acima.
    Mas eu queria muito que você participasse dessa cruzada de reparação da seguinte forma:
    1) Assinando o abaixo assinado ao Bispo (neste endereço);
    2) Fazendo uma prece de reparação ao Santíssimo Sacramento diante do qual se passaram todas essas abominações.
    3) Fazendo uma prece pelo Bispo e pelo Padre que autorizaram isso, talvez sem medir o tamanho do escândalo que cometeram, mas que se arrependam e desagravem publicamente o Santíssimo Sacramento. Não é vergonha para ninguém reconhecer os erros. Ao contrário.
    Estou certa de que, assim, você estará dando o seu consolo ao Coração de Jesus, que receberá este seu afeto filial com muito amor.
    Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
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    Elza Maria Franco Soares
    Vice-Presidente da
    Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus
    PS - Não deixe para fazer isso depois. Faça agora mesmo. E por favor, reenvie este e-mail para toda sua lista de amigos católicos, e assim multiplicaremos essa cruzada de reparação.
    Para cancelar o recebimento de novas mensagens da Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus,acesse aqui.




    In corde Iesu
    Voc. Allysson Vidal Vasconcelos

    Acesse o site Congregazione per il Clero.

    A Vida de São José.

    José é um personagem célebre do Novo Testamento bíblico, marido da mãe de Jesus Cristo. Segundo a tradição
    cristã, nasceu em Belém da Judéia, no século I a.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de
    Israel. No catolicismo, ele é considerado um santo e chamado de São José.
    Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das
    consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galiléia.



    Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
    O Evangelho de Lucas atesta que o imperador Augusto ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que
    na época incluía toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ambos serem da Tribo de
    Judá e descendentes de Davi. Nessa época, reinava na Judéia Herodes, o Grande, monarca manipulado pelos
    romanos, célebre pela crueldade.



    O texto do Evangelho deixa claro que José era o pai legal e certo de Jesus, pelo que (Mateus 1) é através de José que
    é referida a ascendência de Jesus até Davi e Abraão, embora o texto deixe inequívoco que ele não foi o pai biológico
    de Jesus.


    José quando encontrou Maria grávida "sem antes terem coabitado", "sendo justo e não a querendo infamar,
    resolveu deixá-la secretamente", quando na época a lei bíblica vigente (Deuteronômio 22) prescrevia a lapidação
    (morte por pedradas) das adúlteras. Eis que, então, enquanto José dormia, apareceu-lhe, em sonho, um anjo que
    pede-lhe que não tema em receber Maria como sua esposa, "pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo",
    passagem normalmente interpretada pelos cristãos como uma concepção sem necessidade de uma participação
    masculina e, desde que se a suponha também virgem, de uma concepção virginal (já por tradições judaicas, Jesus é
    referido como "mamzer", algo como bastardo). De qualquer forma, portanto, o Evangelho não deixa dúvidas de que
    não é "pela carne" que Jesus herda os títulos messiânicos de "filho de Davi" e "filho de Abraão" com o que Mateus
    abre o Novo Testamento.

    sábado, 22 de janeiro de 2011

    Papa adverte que adequada preparação matrimonial evita equívocos.

    O Papa Bento XVi destacou a importância da adequada preparação matrimonial aos membros do Tribunal da Rota Romana
    Ao receber neste sábado, 22, os membros do Tribunal da Rota Romana, o Papa Bento XVI advertiu a necessidade de favorecer, de modo particular no campo do matrimônio e da família, uma dinâmica de articulação harmoniosa entre o Direito e a Pastoral, cuja relação é tantas vezes objeto de mal-entendidos.
    Mais especificamente, Bento XVI disse considerar a dimensão jurídica inata na atividade pastoral de preparação e admissão ao matrimônio.
    Embora sem ignorar a necessidade dos passos jurídicos que precedem o matrimônio (para verificar que nada se oponha à sua celebração válida e lícita), é contudo “difusa a mentalidade segundo a qual o exame dos noivos, as publicações matrimoniais e outros meios oportunos para cumprir as necessárias investigações pré-matrimoniais, constituiriam práticas de natureza exclusivamente formal”, declarou o Papa.
    Há, pois, que “refletir sobre a dimensão jurídica do próprio matrimônio”, pois esta está intrinsecamente ligada à essência deste. Neste contexto, Bento XVI reafirmou quanto recordara já, nesta mesma circunstância, quatro anos atrás:

    “Perante a relativização subjetivista e libertária da experiência sexual, a tradição da Igreja afirma com clareza a índole naturalmente jurídica do matrimônio, isto é, a sua pertença, por natureza, ao âmbito da justiça nas relações inter-pessoais. Nesta óptica, o direito entrelaça-se realmente com a vida e com o amor; como um seu dever-ser”.

    É nesta perspectiva que há que considerar o ius connubii, o direito a casar-se, que não é uma pretensão subjetiva, mas pressupõe que se possa e queira realmente celebrar o matrimônio “na verdade da sua essência tal como é ensinada pela Igreja”.
    Não se nega nenhum direito quando não se realiza um matrimônio por evidente dos pressupostos para o exercício de tal direito. Por outras palavras, “se faltasse claramente a capacidade requerida para uma pessoa se casar, ou então se a vontade se prefixasse um objetivo em contraste com a realidade natural do matrimônio”.

    Nesta ordem de ideias, Bento XVI insistiu na importância da pastoral pré-matrimonial, nomeadamente nos contatos pessoais do pastor com os noivos que se preparam para o casamento. “Há que colocar o máximo cuidado na formação dos noivos e na prévia verificação das suas convicções no que diz respeito aos irrenunciáveis compromissos quanto à validade do sacramento.  Um sério discernimento a este respeito poderá evitar que impulsos emotivos ou razões superficiais levem os dois jovens a assumir responsabilidades que não serão capazes de respeitar”, observou o Papa.

    O Santo Padre destacou também que “matrimônio e família são instituições que devem ser promovidas e defendidas de qualquer possível equívoco sobre a sua verdade, porque todo e qualquer dano aqui provocado constitui na realidade uma ferida infligida à convivência humana como tal”.

    Embora a preparação para o matrimônio transcenda a dimensão jurídica do mesmo, há que “não esquecer que o objetivo imediato dessa preparação é promover a celebração livre de um verdadeiro matrimônio, isto é, a constituição de um vínculo de justiça e amor entre os cônjuges, com as características de unidade e indissolubilidade, ordenado ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole”.

    Entre os meios para verificar se o projetos dos noivos é efetivamente “conjugal”, sobressai o exame pré-matrimonial, que como Bento XVI destacou, tem como abjetivo, principalmente jurídico, verificar que nada se oponha à válida e lícita celebração das núpcias.

    “Jurídico não que dizer formalista, como se fosse uma mera prática burocrática consistindo em preencher um formulário tendo como base perguntas rituais. Trata-se, isso sim, de uma ocasião pastoral única – a valorizar com toda a seriedade e atenção que se exige – na qual, através de um diálogo cheio de respeito e cordialidade, o pastor procura ajudar a pessoa a situar-se seriamente perante a verdade sobre si mesma e sobre a sua própria vocação humana e cristã para o matrimônio”, explica o Pontífice.

    O Papa insistiu no “clima de plena sinceridade” que se exige, em que se deve tirar partido do fato de serem os noivos os primeiros interessados nisso mesmo. Bento XVI advertiu que se pode “desenvolver uma eficaz ação pastoral visando a prevenção da nulidade matrimonial”, interrompendo, assim, um círculo vicioso entre casamentos precipitados e anulações facilitadas.

    “Há que se empenhar para que, na medida do possível, se interrompa o círculo vicioso que muitas vezes se verifica entre uma admissão fácil ao matrimônio, sem a adequada preparação e sem um sério exame dos requisitos previstos para a sua celebração, e uma declaração judiciária igualmente fácil, mas de sinal oposto, na qual se considera o próprio matrimônio apenas com base na constatação da sua falência”, concluiu.

    quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

    BENTO XVI:
    O DIÁLOGO ENTRE AS RELIGIÕES NÃO É POSSÍVEL.
    NÃO SE PODE COLOCAR A FÉ ENTRE PARÊNTESES




    Caro Senador Pera, nestes dias pude ler o Seu novo livro Porque devemos dizer-nos cristãos. Foi para mim uma leitura fascinante. Com um conhecimento estupendo das fontes e com uma lógica cogente, V. Senhoria analisa a essência do liberalismo a partir de seus fundamentos, mostrando que à essência do liberalismo pertence seu radicamento na imagem cristã de Deus: a sua relação com Deus de quem o homem é imagem e de quem recebemos o dom da liberdade. Com uma lógica irrefutável V. Senhoria faz ver que o liberalismo perde a sua base e destrói a si mesmo, se abandona esse seu fundamento. Não menos impressionado fiquei por sua análise da liberdade e pela análise da pluriculturalidade na qual V.Senhoria mostra a contraditoriedade interna deste conceito e portanto a sua impossibilidade politica e cultural. De importância fundamental é sua análise do que podem ser a Europa e uma Constituição européia na qual a Europa não se trasforme numa realidade cosmopolita, mas encontre, a partir de seu fundamento cristão-liberal, a sua própria identidade. Particularmente significativa é também para mim a sua análise dos conceitos de diálogo interreligioso e intercultural.


    V.Senhoria explica com grande clareza que um diálogo interreligioso no sentido estrito da palavra não é possível, enquanto muito mais urge o diálogo intercultural que aprofunda as conseqüências culturais da decisão religiosa de fundo. Enquanto sobre esta última um verdadeiro diálogo não é possível sem por entre parênteses a própria fé, é preciso enfrentar no confronto público as conseqüências culturais das decisões religiosas de fundo. Aqui o diálogo e uma mútua correção e um enriquecimento mútuo são possíveis e necessários. Da contribuição sobre o significado de tudo isso para a crise contemporânea da ética considero importante o que V.Senhoria diz sobre a parábola da ética liberal. V.Senhoria  mostra que o liberalismo, sem deixar de ser liberalismo, mas, ao contrário, para ser fiel a si mesmo, pode coligar-se com uma doutrina do bem, em particular com a cristã que lhe é congênere, oferecendo verdadeimente assim uma contribuição para a superação da crise. Com sua sóbria racionalidade, sua ampla informação filosófica e a força da sua argumentação, o presente livro é, na minha opinião, de fundamental importância nesta hora da Europa e do mundo. Espero que ele tenha larga acolhida e ajude a dar ao debate político, mais além dos problemas urgentes, aquela profundidade sem a qual não podemos superar o desafio de nosso momento histórico. Grato pela Sua obra lhe desejo de coração a bênção de Deus.


    Bento XVI

    23 de Novembre de 2008(última modificação: 24 de Novembre 2008)
    Il dialogo tra le religioni non è possibile. La fede non si può mettere tra parentesi

    Caro Senatore Pera, in questi giorni ho potuto leggere il Suo nuovo libro Perché dobbiamo dirci cristiani. Era per me una lettura affascinante. Con una conoscenza stupenda delle fonti e con una logica cogente Ella analizza l’essenza del liberalismo a partire dai suoi fondamenti, mostrando che all’essenza del liberalismo appartiene il suo radicamento nell’immagine cristiana di Dio: la sua relazione con Dio di cui l’uomo è immagine e da cui abbiamo ricevuto il dono della libertà. Con una logica inconfutabile Ella fa vedere che il liberalismo perde la sua base e distrugge se stesso se abbandona questo suo fondamento. Non meno impressionato sono stato dalla Sua analisi della libertà e dall’analisi della multiculturalità in cui Ella mostra la contraddittorietà interna di questo concetto e quindi la sua impossibilità politica e culturale. Di importanza fondamentale è la Sua analisi di ciò che possono essere l’Europa e una Costituzione europea in cui l’Europa non si trasformi in una realtà cosmopolita, ma trovi, a partire dal suo fondamento cristiano-liberale, la sua propria identità. Particolarmente significativa è per me anche la Sua analisi dei concetti di dialogo interreligioso e interculturale.

    Ella spiega con grande chiarezza che un dialogo interreligioso nel senso stretto della parola non è possibile, mentre urge tanto più il dialogo interculturale che approfondisce le conseguenze culturali della decisione religiosa di fondo. Mentre su quest’ultima un vero dialogo non è possibile senza mettere fra parentesi la propria fede, occorre affrontare nel confronto pubblico le conseguenze culturali delle decisioni religiose di fondo. Qui il dialogo e una mutua correzione e un arricchimento vicendevole sono possibili e necessari. Del contributo circa il significato di tutto questo per la crisi contemporanea dell’etica trovo importante ciò che Ella dice sulla parabola dell’etica liberale. Ella mostra che il liberalismo, senza cessare di essere liberalismoma, al contrario, per essere fedele a se stesso, può collegarsi con una dottrina del bene, in particolare quella cristiana che gli è congenere, offrendo così veramente un contributo al superamento della crisi. Con la sua sobria razionalità, la sua ampia informazione filosofica e la forza della sua argomentazione, il presente libro è, a mio parere, di fondamentale importanza in quest’ora dell’Europa e del mondo. Spero che trovi larga accoglienza e aiuti a dare al dibattito politico, al di là dei problemi urgenti, quella profondità senza la quale non possiamo superare la sfida del nostro momento storico. Grato per la Sua opera Le auguro di cuore la benedizione di Dio.

    Benedetto XVI

    Últimos Dias: Profecias do Fim - O Céu está falando!

      Olá irmãos e irmãs, salve Maria. É com muita tristeza, mas com muita esperança que, trago-vos hoje uma mensagem do Céu: filhos e filhas, ...